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Aurelindo Jaime Ceia

Em Aurelindo Jaime Ceia, design em portugal, personagens Fevereiro 4, 2010 às 12:23 am

“O designer gráfico Aurelindo Jaime Ceia acaba de comemorar 25 anos de carreira como professor de design de comunicação. É com ele que falamos do presente, mas também do passado do design português, uma disciplina que tem ainda mais dúvidas que certezas.

Aurelindo Jaime Ceia pertence a uma geração única de “designers” portugueses. Ao longo de mais de um quarto de século, acompanhou as profundas mudanças que ocorreram na disciplina, no seu ensino e na sociedade – desde um tempo em que o design era um termo estrangeiro pronunciado e praticado por poucos, até hoje, em que o design é, apesar de continuar a ser escrito em itálico ou entre aspas, uma profissão de muitos e uma palavra ouvida por todos.
Tendo sido aluno do primeiro curso universitário em Design de Comunicação do país, criado em 1975 na Escola de Belas-Artes de Lisboa (hoje Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa ou FBAUL), tem vindo a leccionar aqui desde 1981. A exposição “Uma poética do visível, o design gráfico de Aurelindo Jaime Ceia” marcou, entre Outubro e Dezembro de 2007 (juntamente com o seu excelente catálogo), a celebração da sua carreira e dos seus dois universos. O universo de Ceia, o “designer”, exposto no seu trabalho para clientes institucionais, editoriais e culturais desde 1978, e o universo de Ceia, o professor, expresso nas referências – o cinema, o literatura, a poesia, a filosofia – que vem partilhando com os seus alunos ao longo dos anos.
Ceia, que se considera “mais um professor que outra coisa”, assume a finalidade pedagógica desta exposição, dedicando-a a todos os que são e foram seus alunos. Mas o gesto de (se) expor vai mais longe: “Expor o meu trabalho é também abdicar do que é um processo de poder: um professor, numa aula, encontra-se numa situação de expressão de poder perante os alunos, e essa relação é a base do processo formativo. Quando (me) exponho, subverto essa relação de poder – todos os professores que têm obra feita deveriam ter condições para serem sujeitos a essa prova.” [Ler mais...]

fonte: simples FREDERICO DUARTE · DESIGN/ESCRITA/WRITING

Sebastião Rodrigues

Em Sebastião Rodrigues, design em portugal, personagens Janeiro 3, 2010 às 12:14 am

gamit0
8 de Fevereiro de 2008

Beck, Henry (Harry)

Em Harry Beck, personagens Dezembro 15, 2009 às 2:02 pm

(1903-1974)
Henry Charles Beck, known as Harry Beck, was born at 14 Wesley Road in Leyton on 4 June 1902. His parents were Joshua and Eleanor Louisa Beck.

During the 1920s, Beck worked as an engineering draughtsman at the London Underground Signals Office. In 1931, he proposed a radical new design to illustrate the rapidly expanding Underground system. The Underground Group’s draughtsman, Fred Stingemore, had been finding it increasingly difficult to squeeze new lines and stations into his map. Beck could see that the network had become too big to represent geographically, and worked on a solution to the problem in his own time.

‘Looking at an old map of the Underground railways’, he said, ‘it occurred to me that it might be possible to tidy it up by straightening the lines, experimenting with diagonals and evening out the distance between stations’.

Beck’s solution was to map the network schematically, using a system based on electrical circuit diagrams. The Underground’s publicity department initially rejected his proposal, thinking it too radical. However, after he made a series of modifications, the design was approved. A trial pocket version was published in 1933, just before the Underground became part of the London Passenger Transport Board. [Ler mais...]

fonte: Exploring 20th century London Project